Messias ben Yossef- Yaohushua
Não acreditamos no Novo Testamento, pois foi extremamente manipulado pelo sistema religioso que teve origem em Roma. A figura do Messias segundo o cristianismo, a nosso ver foi construída para se tornar um deus, e o foco principal desta religião. Assim, não compartilhamos de nenhum dos dogmas do cristianismo nem nos identificamos de forma alguma com o judaísmo-messiânico, pois enxergamos este movimento como uma espécie de reforma do cristianismo, pois não rompeu com as raízes, as bases da teologia cristã.
Embora acreditamos que já houve a vinda de Mashiach ben Yossef, e que ele abriu a porta para o retorno das almas perdidas da Casa de Israel que estão retornando ao Eterno e a Torah, sua história verdadeira e seus ensinos, na maior parte estão ocultados, pois o que foi propagado no NT não é confiável e está cheio de erros e adulterações. Temos apenas fragmentos da verdadeira História de Mashiach ben Yossef e dos seus ensinamentos, mas isto foi o suficiente para alcançarmos a essência da verdadeira Teshuvah (retorno e arrependimento) da genuína restauração, que é o retorno à Torah, o caminho que nos leva ao Eterno.
Na Torah encontramos a verdade e através da prática das mitzvot (mandamentos) o verdadeiro sentido da nossa vida e o caminho para a vida eterna. O Mashiach ben Yossef teve uma missão pontual e não universal como apregoou o cristianismo. Sua missão estava focada na teshuvah das almas perdidas da Casa de Israel nos últimos dias. Sendo assim, na medida em que focamos nossa atenção na Torah e no nosso relacionamento com o Eterno, tornamos bem sucedida a missão de Mashiach ben Yossef.
O chamamos de “o Tsadik” (o Justo), pois acreditamos que o Mashiach é um Tsadik, o maior de todos os tsadikim. Não usamos frequentemente os nomes conhecidos, pois direta ou indiretamente estão ligados ao personagem criado pelo sistema religioso romano, embora o nome dele seja Ieshua ou Iehoshua, com uma probabilidade maior de ser Ieshua.
Mas, nossa missão não é o Mashiach, mas o Estudo e a Prática da Torah, tendo como objetivo nos aproximarmos do ETERNO. Esta também é a missão do próprio Mashiach ben Yossef, e como um Tsadik ele nos ajudou a retornarmos à Torah e ao Eterno. Acreditamos que o Tsadik Mashiach que cumpriu a vinda de Mashiach ben Yossef, ressuscitará nos últimos dias e será visto na Galileia onde está enterrado seu corpo. Então subirá aos céus e receberá a alma da alma de Mashiach, a unção do Mashiach, a fim de cumprir a missão do Mashiach ben David, que é construir o Beit Hamikdash, trazer todo o povo judeu de volta às terras de Israel, lutar as guerras de Israel e instaurar a Era Messiânica. Neste tempo a nação de Israel cumprirá também sua missão de ser luz para as nações e uma nação sacerdotal, ensinando a Torah às nações.
Também usamos o termo Tsadik para nos referirmos a Ieshua porque o próprio nome Ieshua é misturado por muitas pessoas com a história que Roma criou para lançar um "messias deus". Em razão disto, usamos este termo Tsadik, para nos referirmos a ele, ressaltando a sua verdadeira identidade e ensinamento, os quais contradizem o relato que foi divulgado pelo sistema religioso romano.
O interessante sobre isto é o que está escrito sobre o nome de Mashiach no livro de Selichot, para o Mês de Elul:
“Então, antes que as nuvens fossem espalhadas, antes que os torrões da terra aderissem à terra, 7 coisas foram reunidas perante Ti: A Lei (Torah), o Trono (Glória), e a cura dos filhos teimosos (Teshuvá, Arrependimento), o Esplendor do Éden (Jardim do Éden) e o sanguessuga do confuso (Guehinom); e o local de expiação para aqueles que trazem sacrifícios (O Templo Sagrado); e o brilho do nome Yinon (Mashiach, o ungido salvador de Israel) que foram profanados pelos pecados”.
*Yinon é uma codificação do nome de Mashiach.
Por esta razão nos sentimos melhor usando o termo Tsadik para nos referirmos ao Mashiach ben Yossef.
O Tsadik foi criado pelo Eterno, e em um sentido mais profundo, é uma alma que saiu da cabeça de Adam Kadmon. Diferente de nós, foi criado antes de Adam Rishon (o primeiro Adão terreno). Veio como um judeu, nascido de pai e mãe judeus, através de uma concepção natural e não da forma mitológica por intervenção angelical como o sistema religioso romano quis transmitir. Ele viveu como judeu, fez a circuncisão, foi resgatado como todo primogênito, seguiu a Torah e as demais tradições estabelecidas pelos sábios do povo judeu, e foi sepultado junto aos Justos na Galileia. Veio como Mashiach ben Yossef para oferecer uma expiação pelas almas da Casa de Israel, das 10 tribos do norte que se dispersaram. Foi morto, como outros judeus, pelas mãos dos romanos. Ele, na qualidade de um Tsadik foi um mártir, e o seu mérito serve para ajudar as pessoas que se conectam ao seu testemunho, a fim de que façam teshuvá, retornando ao Eterno e a Torah. Seu corpo foi colocado inicialmente em uma sepultura de um homem rico, mas depois foi levado e enterrado em outro lugar e hoje se encontra enterrado perto de Tzfat (Safed, perto da Galileia) e será o primeiro a ressuscitar dentre o povo judeu, logo antes da era messiânica para lutar as guerras de Israel e reinar, e então será chamado Mashiach ben David e terá um novo nome. Antes disto a religião de Edom desabará, e se dissolverá pelas mãos do Eterno.
Certamente a descoberta de que não ressuscitou naquele momento, mas ressuscitará depois e outros acontecimentos dissolverá os dogmas cristãos e idólatras e desfará as teses do Concílio de Niceia que é a base do sistema religioso romano. O mais interessante é que quando a sepultura de dele é mencionada, ela é contada como a de um justo (Tsadik) entre o povo judeu como lemos em Sha’ar Haguilgulim (introdução 37), do Rabino Isaac Luria (Arizal). O relato de Isaac Luria se refere ao “Local dos Sepulcros dos Justos (Tsadikim)” e entre eles a descrição da sepultura de Ieshua com as seguintes palavras:
“Ao norte de Safed (Tsfat), saindo de Safed para o lado norte, indo em direção à vila de Ein Zeitun, passando por uma árvore de Alfarroba (alfarrobeira), está enterrado Ieshua, o Netsarim. E ali existem dois caminhos, o da direita vai para Ein Zeitun e o da esquerda vai para Carel (nome de um regato), que já mencionamos. No meio destes dois caminhos existe um grande vale de oliveiras e ao norte deste vale existe um regato de água corrente que desce de um poço chamado Gafer, localizado entre Safed e Ein Zeitun. Ali existe uma ponte sob a qual corre a água deste regato. O regato continua e desce para o lado norte do vale mencionado”.
Após sua morte, seus seguidores foram guiados por Yaakov ("conhecido" como Tiago ou James no ocidente), um dos seus irmãos, o qual era considerado um tsadik (justo) pelos judeus da época. Houve uma perseguição inicial, mas logo o movimento se tornou mais um seguimento do judaísmo com sinagogas espalhadas pelas terras de Israel. Os ensinamentos do Tsadik e sua verdadeira história, foram codificadas pelos seus últimos seguidores, os quais ocultaram o fato de terem o terem seu testemunho. Estas pessoas se tornaram anônimas e o segredo que reside em suas palavras só pode ser revelado para as almas que o Eterno conceder o entendimento. Neste tempo a revelação está sendo dada apenas para aqueles (almas da Casa de Israel que estavam desligadas da corrente de gerações do povo judeu e uma porção das nações, composta de pessoas das nações que buscam com sinceridade ao Eterno) as quais, o Eterno está abrindo os olhos e os ouvidos para entenderem, a fim de que façam teshuvá e retornem a Ele, a Torah e ao Judaísmo, através da conexão que estas pessoas fizeram com Mashiach ben Yossef. Um êxodo de Edom, a “grande mistura de gentes” semelhante a que saiu do Egito.
Na outra história surgiu entre as nações as seitas cristãs que originaram o sistema religioso romano, Edom, que inaugura a “noite” da história quando, segundo Ieshua, ninguém será capaz de trabalhar. No Concílio Ecumênico de Niceia prevalece a tese da seita que tinha mais adeptos e maior influência política, que ficou conhecida como “ortodoxia cristã”. Um pouco mais de 30 anos depois, a história do Tsadik é colocada em uma kelipá (casca de impureza) e através dos escritos do que ficaria conhecido como NT, surge o “príncipe deste mundo”, o qual o Tsadik disse através de profecia, que não tinha nada dele.
Surge então o cristianismo através de não-judeus, que misturando a história de um Tsadik com a filosofia grega e a cultura das nações, criaram uma religião híbrida através da maior estratégia do helenismo, o sincretismo religioso e um falso messias. Tudo isto recheado pelo espírito antissemita que Roma nutria contra Israel. Uma religião que permanecerá durante toda a “noite” da história, até que surgem os primeiros raios de luz, anunciando a era messiânica. Então a kelipá criada por este sistema religioso será rompida nos últimos dias, quando toda impureza for retirada da Terra, como aprendemos no Tanach, e então o conhecimento do Eterno encherá a Terra como as águas enchem o mar. Virá então o Mashiach, marcando o retorno do Mashiach ben Yossef e reinará. Ressuscitará primeiro e então todas as almas judias, como o Eterno prometeu através dos Seus profetas. Neste tempo as pessoas de todas as nações pegarão na orla das vestes de um Judeu, e o seguirão para aprender a Torah, pois o ensino da Palavra do Eterno e da Torah especificamente, sairão de Jerusalém e de Tsion. E não se fará mais menção a Roma, pois nesta época será dia e mesmo que o choro tenha durado uma noite (reino de Edom), a alegria virá pela manhã (era messiânica). (referências no Tanach: Yeshayahu “Isaías” 11:9 e 2:2,3, Zechariah “Zacarias” 8:23, Tehilim “Salmos” 30:5).
Mas a revelação do Mashiach só ocorrerá quando Edom desabar, quando o sistema religioso romano falir. Dentro da Kelipá de Roma, aqueles que se localizaram na kelipá nogá, e se conectaram com a faísca de luz e santidade conseguiram sair da Kelipá. Mas o próprio Mashiach ben Yossef, cuja história foi usada e distorcida pelo sistema religioso romano, libertará a faísca de luz e santidade e todo o império religioso romano desmoronará. Isto acontecerá no tempo determinado e pela intervenção Divina.
Obs.: O texto que fala que o Justo (Tsadik) não verá a corrupção refere-se ao fato de que o Tsadik ao morrer não precisa esperar que o seu corpo físico seja comido pelos vermes, a fim de ascender ao Paraíso Superior, como acontece com aqueles que são merecedores do Paraíso, mas não são considerados um Tsadik. Estas pessoas ficam no paraíso inferior até que os seus corpos sejam consumidos pelos vermes e só então ascendem ao Paraíso Superior.
Embora acreditamos que já houve a vinda de Mashiach ben Yossef, e que ele abriu a porta para o retorno das almas perdidas da Casa de Israel que estão retornando ao Eterno e a Torah, sua história verdadeira e seus ensinos, na maior parte estão ocultados, pois o que foi propagado no NT não é confiável e está cheio de erros e adulterações. Temos apenas fragmentos da verdadeira História de Mashiach ben Yossef e dos seus ensinamentos, mas isto foi o suficiente para alcançarmos a essência da verdadeira Teshuvah (retorno e arrependimento) da genuína restauração, que é o retorno à Torah, o caminho que nos leva ao Eterno.
Na Torah encontramos a verdade e através da prática das mitzvot (mandamentos) o verdadeiro sentido da nossa vida e o caminho para a vida eterna. O Mashiach ben Yossef teve uma missão pontual e não universal como apregoou o cristianismo. Sua missão estava focada na teshuvah das almas perdidas da Casa de Israel nos últimos dias. Sendo assim, na medida em que focamos nossa atenção na Torah e no nosso relacionamento com o Eterno, tornamos bem sucedida a missão de Mashiach ben Yossef.
O chamamos de “o Tsadik” (o Justo), pois acreditamos que o Mashiach é um Tsadik, o maior de todos os tsadikim. Não usamos frequentemente os nomes conhecidos, pois direta ou indiretamente estão ligados ao personagem criado pelo sistema religioso romano, embora o nome dele seja Ieshua ou Iehoshua, com uma probabilidade maior de ser Ieshua.
Mas, nossa missão não é o Mashiach, mas o Estudo e a Prática da Torah, tendo como objetivo nos aproximarmos do ETERNO. Esta também é a missão do próprio Mashiach ben Yossef, e como um Tsadik ele nos ajudou a retornarmos à Torah e ao Eterno. Acreditamos que o Tsadik Mashiach que cumpriu a vinda de Mashiach ben Yossef, ressuscitará nos últimos dias e será visto na Galileia onde está enterrado seu corpo. Então subirá aos céus e receberá a alma da alma de Mashiach, a unção do Mashiach, a fim de cumprir a missão do Mashiach ben David, que é construir o Beit Hamikdash, trazer todo o povo judeu de volta às terras de Israel, lutar as guerras de Israel e instaurar a Era Messiânica. Neste tempo a nação de Israel cumprirá também sua missão de ser luz para as nações e uma nação sacerdotal, ensinando a Torah às nações.
Também usamos o termo Tsadik para nos referirmos a Ieshua porque o próprio nome Ieshua é misturado por muitas pessoas com a história que Roma criou para lançar um "messias deus". Em razão disto, usamos este termo Tsadik, para nos referirmos a ele, ressaltando a sua verdadeira identidade e ensinamento, os quais contradizem o relato que foi divulgado pelo sistema religioso romano.
O interessante sobre isto é o que está escrito sobre o nome de Mashiach no livro de Selichot, para o Mês de Elul:
“Então, antes que as nuvens fossem espalhadas, antes que os torrões da terra aderissem à terra, 7 coisas foram reunidas perante Ti: A Lei (Torah), o Trono (Glória), e a cura dos filhos teimosos (Teshuvá, Arrependimento), o Esplendor do Éden (Jardim do Éden) e o sanguessuga do confuso (Guehinom); e o local de expiação para aqueles que trazem sacrifícios (O Templo Sagrado); e o brilho do nome Yinon (Mashiach, o ungido salvador de Israel) que foram profanados pelos pecados”.
*Yinon é uma codificação do nome de Mashiach.
Por esta razão nos sentimos melhor usando o termo Tsadik para nos referirmos ao Mashiach ben Yossef.
O Tsadik foi criado pelo Eterno, e em um sentido mais profundo, é uma alma que saiu da cabeça de Adam Kadmon. Diferente de nós, foi criado antes de Adam Rishon (o primeiro Adão terreno). Veio como um judeu, nascido de pai e mãe judeus, através de uma concepção natural e não da forma mitológica por intervenção angelical como o sistema religioso romano quis transmitir. Ele viveu como judeu, fez a circuncisão, foi resgatado como todo primogênito, seguiu a Torah e as demais tradições estabelecidas pelos sábios do povo judeu, e foi sepultado junto aos Justos na Galileia. Veio como Mashiach ben Yossef para oferecer uma expiação pelas almas da Casa de Israel, das 10 tribos do norte que se dispersaram. Foi morto, como outros judeus, pelas mãos dos romanos. Ele, na qualidade de um Tsadik foi um mártir, e o seu mérito serve para ajudar as pessoas que se conectam ao seu testemunho, a fim de que façam teshuvá, retornando ao Eterno e a Torah. Seu corpo foi colocado inicialmente em uma sepultura de um homem rico, mas depois foi levado e enterrado em outro lugar e hoje se encontra enterrado perto de Tzfat (Safed, perto da Galileia) e será o primeiro a ressuscitar dentre o povo judeu, logo antes da era messiânica para lutar as guerras de Israel e reinar, e então será chamado Mashiach ben David e terá um novo nome. Antes disto a religião de Edom desabará, e se dissolverá pelas mãos do Eterno.
Certamente a descoberta de que não ressuscitou naquele momento, mas ressuscitará depois e outros acontecimentos dissolverá os dogmas cristãos e idólatras e desfará as teses do Concílio de Niceia que é a base do sistema religioso romano. O mais interessante é que quando a sepultura de dele é mencionada, ela é contada como a de um justo (Tsadik) entre o povo judeu como lemos em Sha’ar Haguilgulim (introdução 37), do Rabino Isaac Luria (Arizal). O relato de Isaac Luria se refere ao “Local dos Sepulcros dos Justos (Tsadikim)” e entre eles a descrição da sepultura de Ieshua com as seguintes palavras:
“Ao norte de Safed (Tsfat), saindo de Safed para o lado norte, indo em direção à vila de Ein Zeitun, passando por uma árvore de Alfarroba (alfarrobeira), está enterrado Ieshua, o Netsarim. E ali existem dois caminhos, o da direita vai para Ein Zeitun e o da esquerda vai para Carel (nome de um regato), que já mencionamos. No meio destes dois caminhos existe um grande vale de oliveiras e ao norte deste vale existe um regato de água corrente que desce de um poço chamado Gafer, localizado entre Safed e Ein Zeitun. Ali existe uma ponte sob a qual corre a água deste regato. O regato continua e desce para o lado norte do vale mencionado”.
Após sua morte, seus seguidores foram guiados por Yaakov ("conhecido" como Tiago ou James no ocidente), um dos seus irmãos, o qual era considerado um tsadik (justo) pelos judeus da época. Houve uma perseguição inicial, mas logo o movimento se tornou mais um seguimento do judaísmo com sinagogas espalhadas pelas terras de Israel. Os ensinamentos do Tsadik e sua verdadeira história, foram codificadas pelos seus últimos seguidores, os quais ocultaram o fato de terem o terem seu testemunho. Estas pessoas se tornaram anônimas e o segredo que reside em suas palavras só pode ser revelado para as almas que o Eterno conceder o entendimento. Neste tempo a revelação está sendo dada apenas para aqueles (almas da Casa de Israel que estavam desligadas da corrente de gerações do povo judeu e uma porção das nações, composta de pessoas das nações que buscam com sinceridade ao Eterno) as quais, o Eterno está abrindo os olhos e os ouvidos para entenderem, a fim de que façam teshuvá e retornem a Ele, a Torah e ao Judaísmo, através da conexão que estas pessoas fizeram com Mashiach ben Yossef. Um êxodo de Edom, a “grande mistura de gentes” semelhante a que saiu do Egito.
Na outra história surgiu entre as nações as seitas cristãs que originaram o sistema religioso romano, Edom, que inaugura a “noite” da história quando, segundo Ieshua, ninguém será capaz de trabalhar. No Concílio Ecumênico de Niceia prevalece a tese da seita que tinha mais adeptos e maior influência política, que ficou conhecida como “ortodoxia cristã”. Um pouco mais de 30 anos depois, a história do Tsadik é colocada em uma kelipá (casca de impureza) e através dos escritos do que ficaria conhecido como NT, surge o “príncipe deste mundo”, o qual o Tsadik disse através de profecia, que não tinha nada dele.
Surge então o cristianismo através de não-judeus, que misturando a história de um Tsadik com a filosofia grega e a cultura das nações, criaram uma religião híbrida através da maior estratégia do helenismo, o sincretismo religioso e um falso messias. Tudo isto recheado pelo espírito antissemita que Roma nutria contra Israel. Uma religião que permanecerá durante toda a “noite” da história, até que surgem os primeiros raios de luz, anunciando a era messiânica. Então a kelipá criada por este sistema religioso será rompida nos últimos dias, quando toda impureza for retirada da Terra, como aprendemos no Tanach, e então o conhecimento do Eterno encherá a Terra como as águas enchem o mar. Virá então o Mashiach, marcando o retorno do Mashiach ben Yossef e reinará. Ressuscitará primeiro e então todas as almas judias, como o Eterno prometeu através dos Seus profetas. Neste tempo as pessoas de todas as nações pegarão na orla das vestes de um Judeu, e o seguirão para aprender a Torah, pois o ensino da Palavra do Eterno e da Torah especificamente, sairão de Jerusalém e de Tsion. E não se fará mais menção a Roma, pois nesta época será dia e mesmo que o choro tenha durado uma noite (reino de Edom), a alegria virá pela manhã (era messiânica). (referências no Tanach: Yeshayahu “Isaías” 11:9 e 2:2,3, Zechariah “Zacarias” 8:23, Tehilim “Salmos” 30:5).
Mas a revelação do Mashiach só ocorrerá quando Edom desabar, quando o sistema religioso romano falir. Dentro da Kelipá de Roma, aqueles que se localizaram na kelipá nogá, e se conectaram com a faísca de luz e santidade conseguiram sair da Kelipá. Mas o próprio Mashiach ben Yossef, cuja história foi usada e distorcida pelo sistema religioso romano, libertará a faísca de luz e santidade e todo o império religioso romano desmoronará. Isto acontecerá no tempo determinado e pela intervenção Divina.
Obs.: O texto que fala que o Justo (Tsadik) não verá a corrupção refere-se ao fato de que o Tsadik ao morrer não precisa esperar que o seu corpo físico seja comido pelos vermes, a fim de ascender ao Paraíso Superior, como acontece com aqueles que são merecedores do Paraíso, mas não são considerados um Tsadik. Estas pessoas ficam no paraíso inferior até que os seus corpos sejam consumidos pelos vermes e só então ascendem ao Paraíso Superior.
Aprendo essas coisas com Hosh Marcos um exemplo de servo e divido com todos vocês essa verdade att. Valdir Santana
Nenhum comentário:
Postar um comentário